faz um tempo...
Chegar e falar, sempre tão bom. Nunca jurei compromisso, nunca firmei a lei de sempre dar o ar da graça. Vinha porque queria, e falava tudo o que se intrometia nas ideias. Ou, muito pelo contrário, escondia as grandes e intrometidas ideias com silêncios ou pensamentos aleatórios.
Sempre chego quando dá vontade, sem cobrança e sem aperto. Sou a visita benquista e a cicerone contente, não importa o tempo contado desde o último encontro. O amigo distante e sempre familiar, um do outro.
Meu blog, tô com saudades de você.

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