Close your eyes
É aquela história, tem pessoas que não imaginam o quanto são importantes para mim. E tem outras que sabem muito bem disso. E é destas que eu quero falar.
Eu tenho rompantes constantes de saudosismo. Agora mesmo, fecho os olhos e lembro de vinho barato, varanda, noites em claro, violão e muita macarronada com molho de tomate. Para mim, saudade tem gosto de molho de tomate e vinho barato.
Lembro de sensações onde eu adoraria morar. Juntar um travesseiro e um cobertor e dormir na primeira declaração de amor, almoçar nas saídas a pé em Tambaú, escovar os dentes nas tardes desocupadas de sol, ler um livro na primeira amizade de verdade e respirar sempre nos bons abraços já dados nesta vida de braços longos e confortáveis. Às vezes nem tanto.
Cultuar passado e futuro não tá com nada, já dizia uma amiga. Mas quando o presente inventa de apertar a garganta da gente vale a pena fechar os olhos só mais um pouquinho.
Eu tenho rompantes constantes de saudosismo. Agora mesmo, fecho os olhos e lembro de vinho barato, varanda, noites em claro, violão e muita macarronada com molho de tomate. Para mim, saudade tem gosto de molho de tomate e vinho barato.
Lembro de sensações onde eu adoraria morar. Juntar um travesseiro e um cobertor e dormir na primeira declaração de amor, almoçar nas saídas a pé em Tambaú, escovar os dentes nas tardes desocupadas de sol, ler um livro na primeira amizade de verdade e respirar sempre nos bons abraços já dados nesta vida de braços longos e confortáveis. Às vezes nem tanto.
Cultuar passado e futuro não tá com nada, já dizia uma amiga. Mas quando o presente inventa de apertar a garganta da gente vale a pena fechar os olhos só mais um pouquinho.
